A Secretaria de Assistência Social e Cidadania de Maringá ainda não notou nenhum tipo de impacto em função da política adotada por Apucarana de "exportar" moradores de rua para outras cidades. Segundo a secretária Sandra de Cássia Franchini da Costa, Maringá recebe diariamente pedintes de várias regiões, inclusive de Apucarana. Entretanto, ela diz que essa rotativa é normal e que a política adotada por aquele município não tem aumento o número de pedintes nas ruas e avenidas de Maringá.
Conforme Sandra Franchini da Costa, os moradores de rua que chegam em Maringá são atendidos pela Secretaria de Assistência Social, que procura encaminhá-los para os diferentes programas de inclusão social do município. Mas ela reconheceu que boa parte desses pedintes não aceita atendimento. Por conta disso, a Secretaria de Assistência Social e Cidadania fica impotente diante da situação, já que não pode impedir que essas pessoas morem nas ruas.
Conforme Sandra Franchini da Costa, os moradores de rua que chegam em Maringá são atendidos pela Secretaria de Assistência Social, que procura encaminhá-los para os diferentes programas de inclusão social do município. Mas ela reconheceu que boa parte desses pedintes não aceita atendimento. Por conta disso, a Secretaria de Assistência Social e Cidadania fica impotente diante da situação, já que não pode impedir que essas pessoas morem nas ruas.
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