Mais do que o mérito da lei, ou se ela abrangia as necessidades de controle do abuso do álcool em setores de revenda de bebidas que representavam perigo, a lei seca minguou pelo ciúme, pela inveja, pela picuinha do particular sobre o coletivo, do imediato que reina na Câmara de vereadores. A lei foi vítima do que mais combatia, a “violência propagada pela embriagues”. Contudo, não a embriaguez pelo álcool, mas sim pelo interesse imediato, pela insanidade individualista e mesquinha dos representantes políticos que minam projetos de seus pares sem levar em consideração sua relevância, doença típica do mundo contemporâneo. Se existe uma necessidade de uma lei, e de fechamento de alguns estabelecimentos, deveríamos implantar uma lei contra a mesquinhez e a ignorância, fechando a Câmara de Vereadores.
Pessoal, aqui está a entrevista com o professor Rael Gimenez. Primeira parte Segunda parte Terceira parte Quarta parte
Comentários
Igual a outras, que querem resolver problemas familiares na câmara, será que o filho de uma tal vereadora apoiou a lei.
Gilson, na minha opinião não se deve fechar a câmara e sim interditar para obras, quando tirar o que não presta de lá, ai sim ela vai funcionar. Só não pode deixar o S.Barros II de mestre de obras, porque com ele a obra vai ser com material de terceira e o preço...ihh o preço. E quem vai pagar o mico somos nós.