Mais do que o mérito da lei, ou se ela abrangia as necessidades de controle do abuso do álcool em setores de revenda de bebidas que representavam perigo, a lei seca minguou pelo ciúme, pela inveja, pela picuinha do particular sobre o coletivo, do imediato que reina na Câmara de vereadores. A lei foi vítima do que mais combatia, a “violência propagada pela embriagues”. Contudo, não a embriaguez pelo álcool, mas sim pelo interesse imediato, pela insanidade individualista e mesquinha dos representantes políticos que minam projetos de seus pares sem levar em consideração sua relevância, doença típica do mundo contemporâneo. Se existe uma necessidade de uma lei, e de fechamento de alguns estabelecimentos, deveríamos implantar uma lei contra a mesquinhez e a ignorância, fechando a Câmara de Vereadores.
Vi há pouco uma nota do PT de Maringá sobre a dengue em Maringá. A nota começa dizendo que "o secretário de Saúde admite que o governo Silvio Barros foi negligente no combate à dengue". Bem, não vale a pena reproduzi-la aqui... Meu post tem outro objetivo: dizer que o Partido dos Trabalhadores foi pouco sensível a um problema que é grave. Este não é o momento para discussões originárias nos interesses político partidários. Não é agora que nos interessa discutir se o governo errou ou não errou. De fato, tudo indica que houve problemas na prevenção. Entretanto, isso é o que menos importa agora. Aproveitar-se politicamente do fato é algo que deveria envergonhar um grupo político que deseja apresentar-se à população como responsável e sensível às necessidades da população. Políticos de oposição precisam cobrar que ações sejam implementadas no combate ao mosquito da dengue, mas devem também demonstrar disposição em mobilizar a sociedade contra a doença. A epidemia da dengue deve -...
Comentários
Igual a outras, que querem resolver problemas familiares na câmara, será que o filho de uma tal vereadora apoiou a lei.
Gilson, na minha opinião não se deve fechar a câmara e sim interditar para obras, quando tirar o que não presta de lá, ai sim ela vai funcionar. Só não pode deixar o S.Barros II de mestre de obras, porque com ele a obra vai ser com material de terceira e o preço...ihh o preço. E quem vai pagar o mico somos nós.