Não sou um defensor árduo da “Lei Seca”, principalmente em uma cidade do porte de Maringá, a qual tem uma vida noturna intensa e que representa um comportamento social ligado à quantidade de estabelecimentos de ensino e a economia de prestação de serviços Maringá não é Apucarana. Concordo quando os representantes dos proprietários de estabelecimentos que vivem da vida noturna reclamam do risco das perdas econômicas e sociais que a “lei seca” trás. Considero, contudo, que o fechamento de alguns estabelecimentos em regiões periféricas ou mesmo centrais poderia ser considerado. Mas, mais do que a lei, precisa de controle e educação o consumo de bebidas. Se a bebida é um risco, é por falta de qualidade de quem bebe e não do que está bebendo.
Pessoal, aqui está a entrevista com o professor Rael Gimenez. Primeira parte Segunda parte Terceira parte Quarta parte
Comentários