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A dengue... veio pra ficar?

Representantes das regionais de saúde se reuniram com lideranças do Ministério da saúde em Maringá, com o objetivo de buscar estratégias para o combate à doença, assim como viabilizar condições para efetivar uma política mais eficiente de prevenção.

A reunião foi presidida pelo coordenador de combate a dengue do Ministério da Saúde Geovanini Coelho que, durante a reunião, deixou claro que Maringá não receberá ajuda extra do Governo Federal para combater a doença. Segundo ele os números de casos estão bem a baixo da média nacional, contudo, bem acima da média regional.

Maringá convive com uma epidemia que fugiu ao controle dos mecanismos de prevenção do poder público municipal. Podemos considerar que a mudança climática colabora para o aumento de casos, que uma política mais intensa de prevenção poderia reduzir a incidência do mosquito transmissor, mas, nossa realidade sócio-econômica está mudando e de forma permanente.

Uma política de saneamento regional tem que ser efetivada imediatamente e deve contar com uma mobilização das instituições públicas e privadas, mas não só para o combate a dengue, e sim para um planejamento urbano integrado e eficiente que envolva a discussão sobre educação, transporte, emprego, higiene pública e privada e muito mais. Enquanto isso não acontecer estaremos apenas remediando e cada vez mais entrando na “média nacional da dengue”.

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