Hoje, 12h05, caminho pela calçada da avenida Getúlio Vargas. Apressado, sigo em direção ao estacionamento onde está meu veículo. Tenho que pegar as crianças na escola. De repente, vejo em frente ao Bradesco, uma figura conhecida da política maringaense - um ex-vereador, CC da prefeitura. O que ele faz? Bate um papo com o camelô, enquanto escolhe algum CD ou DVD que o agrade. Produtos piratas, é bom dizer.
Cá com meus botões, fico a pensar: tenho algo a dizer? Difícil. Sou defensor de que todos nós somos espelhos, referências para outras pessoas. Quando alguém que exerce, digamos, alguma influência no poder público não dá o exemplo, não cobra do governo que esse tipo de comércio seja fiscalizado e banido, o que podemos esperar?
Cá com meus botões, fico a pensar: tenho algo a dizer? Difícil. Sou defensor de que todos nós somos espelhos, referências para outras pessoas. Quando alguém que exerce, digamos, alguma influência no poder público não dá o exemplo, não cobra do governo que esse tipo de comércio seja fiscalizado e banido, o que podemos esperar?
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